terça-feira, 18 de março de 2014

Jesus espera por você. Não resista


O céu inteiro está convidando cada um de nós a entrar no coração aberto de Jesus. Não resista mais. No ponto em que você está. O véu foi rasgado, o coração está aberto. A porta está aberta para todos aqueles que precisam.

Graças a Deus, você não está longe, mas é preciso adentrar ainda mais nesse amor que vem do coração de Jesus. Está aí a infinita demonstração do amor de Deus.

Jesus ama você pessoalmente, do jeito que você é, com toda a sua história, como sua situação presente.

É isso que Jesus está dizendo a você: “Desce depressa. Você precisa ficar hoje na minha casa, entrar dentro, no fundo do meu coração. Estou chamando você como chamei Zaqueu”.

Assim como Jesus acolheu Madalena. Quando se agachou, Ele se pôs na altura dela, face a face com aquela mulher. Os outros viram a sua aparência. Jesus estava conhecendo toda a sua história. 

Seja você quem for, seja o que você tenha incrustado na sua vida. O que Jesus disse para aquela mulher, Ele diz a você: "Eu também não o condeno. Seja o que for que está aí no seu coração. Eu não o condeno. Vai e não peque mais".

Jesus não quer que você peque, simplesmente porque faz mal para você e para os outros.

Seu irmão, 
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Fonte: http://cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

Por que o mundo é assim, injusto?

A paz de Cristo!


Irmãos, gostaria de compartilhar minha opinião a respeito dos acontecimentos em nosso "mundo".
Percebo que nesta terra não temos voz ativa perante as decisões de poderosos que ditam as regras da sociedade.

Então refletindo sobre isso cheguei a questionar-me " porque o mundo é assim, injusto? ", mas a resposta não demorou a vir!

O mundo jaz no maligno diz a palavra de Deus, mas também diz que tudo o que Deus criou foi muito bom, então porque coisas boas se tornam ruins ? Porque quando nos afastamos da presença de Deus perdemos a dignidade, nos corrompemos e chegamos a nos tornar o pior de todos os animais, como já dizia Pe Léo.

A humanidade sem Deus é como andar em um caminho perigoso no escuro, vamos nos machucar, vamos cair podemos até morrer! Por isso irmãos vamos deixar de lado as injustiças deste mundo não podemos ficar dando ibope para o maligno, caminhado com Jesus e Maria vamos chegar ao fim deste caminho tenebroso vitoriosos, a vida não acaba aqui! Para nós que acreditamos no Senhor aqui é só uma passagem, infeliz aquele que não acredita em Deus pois terá que se contentar com a miséria deste mundo, mas para nós Cristãos comprometidos com o evangelho e com os irmãos herdaremos o céu, e este céu é infinitamente melhor que esta terra!

Fiquem com Deus, que os anjos nos acompanhem nesta caminhada rumo ao pai! Amém!

Cristian Giosele 
A voz que clama no deserto!

quarta-feira, 12 de março de 2014

Perseguição ao Sagrado!

Matéria publicada no site acidigital.

Até que ponto a falta de Deus faz o ser humano chegar, oremos para que não aconteça mais atos deste tipo!

Grave sacrilégio em igreja venezuelana: delinquentes destruíram sacrário e jogaram excremento sobre as hóstias consagradas


La Victoria, 11 Mar. 14 / 11:03 am (ACI).- A Igreja La Candelaria, localizada na cidade de Victoria, distrito de Aragua (Venezuela), foi vilipendiada na madrugada do domingo por supostos ladrões, que destruíram o sacrário e jogaram as hóstias no chão. Ademais, os deliquentes jogaram excremento humano sobre elas e furtaram aparelhos de som do templo.

O Superior da Casa Lar dos Irmãos Franciscanos Da Cruz Branca, Ir. Jesús Estévez Betancourt indicou que esta não é a primeira vez que o templo é roubado. Nesta ocasião, o furto e o sacrilégio ocorreram por volta da 01:00 a.m. (hora local).

"Pegaram o sacrário e o quebraram jogando-o no chão, depois jogaram também as hóstias consagradas pelo chão da igreja e fizeram suas necessidades ali”, descreveu o Superior.

Em declarações recolhidas pela imprensa local, o religioso disse que o Pe. José Miguel Vargas, Pároco da Igreja, foi quem percebeu que as luzes estavam acesas e as portas estavam arrombadas.

O Ir. Estévez assinalou que a profanação das Hóstias Consagradas “foi o mais grave", indicando que as autoridades foram avisadas imediatamente.

Através de sua página na rede social Facebook, a Paróquia São José pediu orações em desagravo a este fato onde “destroçaram completamente Nosso Amado em seu Sacrário e como se fosse pouco pulverizaram excremento humano no Pão Consagrado”.

“Todos façamos ato de desagravo e roguemos a Deus que tal ato não fique impune e igualmente peçamos pelo pároco; Pe. José Miguel Vargas para que Nosso Pai o fortaleça nestes dolorosos momentos”, assinalou a nota.

Atualmente, devido á violência que vive a Venezuela os ataques a lugares religiosos e membros do clero vêm aumentando.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26818

segunda-feira, 10 de março de 2014

Sob ataque!

A paz de Cristo!

Deus nos quer fiel, principalmente na hora da tribulação, então o que fazer no momento da provação?

Quando Jesus foi tentado no deserto pelo demônio, em cada investida Jesus foi direto em suas respostas usou a palavra de Deus para responder a satanás.

A vida de Jesus é o caminho que nos leva ao céu, então nas dificuldades diárias devemos nos lembrar do mestre e fazer a pergunta: o que Jesus faria nesta situação? Nem sempre a resposta é conveniente para nós muitas vezes fere nosso orgulho nossa vaidade, mas quem quer a salvação não há outro caminho a não ser Jesus! 
Por isso neste tempo Quaresmal convido a todos os cristãos que façam um propósito para ir de encontro ao mestre, vamos perdoar se for preciso, vamos nos reconciliar se necessário mudar de vida ao extremo pois não há nada de mais precioso do que estar na presença de Deus, e as ferramentas para vencer o inimigo nestes momentos são palavra de Deus e oração!
O mundo jaz no maligno como diz a palavra de Deus então devemos fazer a escolha, mas preparem-se pois o caminho de Cristo requer persistência, obediência e muita provação, nosso senhor Jesus foi claro:

"No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo."
João 16:33

"Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.
 E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim.
Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á." Mt 10 , 37-39

Que Jesus e Maria nos ajudem em nosso propósito e que as tentações deste mundo tenebroso não abalem nossa fé! Amém!

Cristian Giosele
A voz que clama no deserto




quarta-feira, 5 de março de 2014

Quaresma, tempo de penitência



"Quando dares esmolas, que tua mão esquerda não saiba o que faz a direita".

Iniciamos hoje um novo tempo litúrgico, o tempo da Quaresma, por meio do qual Deus vem ao nosso encontro com Sua infinita misericórdia.

É um tempo oportuno para nos convertermos, para mudarmos de vida. É tempo de reflexão, de parar e pensar na nossa caminhada com Deus e verificar em que precisamos de mudança, de conversão.

É tempo de penitência e de voltarmos inteiramente para Deus. O Senhor nos espera de braços abertos!

Viva bem este tempo de graça para todos nós.

Conte com as minhas orações,

Seu irmão, 
Monsenhor Jonas Abib

Fonte: http://cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

A lei suprema da Igreja é a salvação das almas

A presença da Igreja no mundo foi a forma querida por Deus para conter o avanço do inferno na Terra


A parusia, dia em que se aguarda a segunda vinda de Jesus à Terra, marca o fim do tempo para o príncipe deste mundo. É a época da história na qual Cristo faz a colheita do trigo, lançando ao fogo as sementes do joio. Deus une-se à humanidade por meio de Seu Corpo Místico, que habita na Igreja Católica[1], “coluna e sustentáculo da verdade” (Cf. Tm 3, 15). Neste dia, céus e terras serão testemunhas da glória do Senhor, entoando cânticos de louvor e adoração até os confins do universo.
Porém, antes que isso aconteça, o homem deve passar ainda pelo tempo da economia sacramental, cuja fonte não se encontra em outro lugar, senão na Igreja [2]. É dela que podemos haurir as graças necessárias para uma vida conforme os planos de Deus. Cristo age em nossa história – perdoando pecados e expulsando demônios – por meio de Sua Esposa. Naturalmente, como nos dias do ministério público de Jesus, a ação de “perdoar e exorcizar”, ao mesmo tempo em que motiva os homens a crer, também impele os “incrédulos” a grasnar contra a Palavra de Deus. Com efeito, do mesmo modo que a multidão se reuniu para suplicar a Cristo que “deixasse aquela região” (Cfr. Mt 8, 34) também nos dias de hoje há quem se reúna para pedir o banimento da Igreja.
Para algumas mentes incautas – e outras não tão incautas assim –, a existência de uma instituição fiel à promessa de Cristo significa o “atraso” da sociedade, um resquício de épocas passadas, das quais deveríamos nos envergonhar. Isso explica o porquê de muitos rasgarem as vestes todas as vezes em que alguma pessoa ousa repetir o que está no Magistério da Igreja, sobretudo em questões controversas, não importando se o que se disse é verdade ou mentira. Para todos os efeitos, o que vem da boca de um católico – no linguajar mundano – é sempre “medieval” ou “obscurantista”. Quando a Organização das Nações Unidas, por exemplo, aproveita-se da chaga da pedofilia para exigir do Papa que ele mude a posição católica quanto ao aborto e ao homossexualismo, ela não está a pregar a defesa das crianças. Muito pelo contrário, seu intuito é precisamente a destruição de tudo o que lembre a presença de Deus, posto que a família – formada necessariamente por um homem, uma mulher e a prole – é o reflexo da Santíssima Trindade. Que isto fique claro: para os arautos do pecado, a existência da Igreja é uma profecia insuportável!
Todavia, a Igreja não é o carrinho de doces da esquina nem o povo é o bicho de estimação, para receber somente afagos e carícias na cabeça. Salus animarum suprema Lex – a salvação das almas é a lei suprema da Igreja, dizem os santos padres. Sendo a mãe dos filhos de Deus, é seu dever avivar a consciência dos homens, para que, cientes da necessidade de uma vida santa, vivam conforme as máximas do Evangelho. Quando muitos querem fazer desta vida uma eterna quaresma sem páscoa, faz-se imperioso que os cristãos anunciem a alegria da Boa-Nova, mostrando aos homens deste século que nenhum avanço técnico ou descoberta científica é capaz de trazer a felicidade eterna, tal qual a que nos é ofertada por Deus em Seu Filho Jesus. A alegria, conta-nos G.K. Chesterton, sempre foi a marca registrada do cristão, porque se vive na certeza de um Deus íntimo e pessoal, que se revela a si mesmo e torna “conhecido o mistério de sua vontade, pelo qual os homens, por intermédio de Cristo, Verbo feito carne, no Espírito Santo, têm acesso ao Pai e se tornam participantes da natureza divina”[3].
A presença da Igreja no mundo, portanto, foi a forma querida por Deus para conter o avanço do inferno na Terra. E é por isso que, quer se queira quer não, ela continuará a “perdoar e exorcizar” as almas dos filhos de Adão.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências:

  1. Dominus Iesus, n. 16
  2. Padre Paulo Ricardo, A Economia Sacramental, Catecismo da Igreja Católica, aula 1
  3. Catecismo da Igreja Católica, n. 35
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/a-lei-suprema-da-igreja-e-a-salvacao-das-almas

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"Minha Bela Mulher": comercial tailandês destaca a grandeza da maternidade

Três mulheres de vida aparentemente ordinária transformam-se em testemunhos a partir da doação e do sacrifício da maternidade
Uma série de comerciais produzidos pela empresa Wacoal chamou a atenção por dar valor à autêntica beleza feminina: aquela que vem de suas virtudes. O projeto tailandês – de nome “Minha Bela Mulher” – traz à luz a história de três mulheres reais, que abandonaram reputação, carreira e a própria integridade para se doarem a outras pessoas, fazendo da máxima do Evangelho: “o que perder a sua vida (...), irá salvá-la” (Mc 8, 35) um verdadeiro propósito de vida.
My Beautiful Woman: A escolha de uma mãe

My Beautiful Woman: O segredo de Jane

As histórias exibidas são contadas por pessoas próximas a elas: um esposo, um empregador e um amigo. As três, de aspectos físicos aparentemente ordinários, têm em comum o fato de terem aceitado renunciar e sacrificar a si mesmas para exercer o dom da maternidade – o que torna as suas vidas realmente extraordinárias.
As propagandas de Wacoal – uma empresa de lingeries – vão na contramão das peças publicitárias modernas, que tendem à vulgarização do corpo feminino e ao menosprezo da identidade de mãe, a qual toda mulher é chamada a assumir. Como ensina Dom Aquino Corrêa:
“A mulher não é apenas uma formosa estátua de carne. Tem outras belezas muito mais excelentes e nobres: a beleza da sua inteligência, a beleza dos seus sentimentos e, sobretudo, a beleza da sua virtude e do seu caráter”[1].
Em uma sociedade onde a beleza física acaba mais valorizada do que a beautiful inside [“beleza de dentro”], são dignos de aplausos não só os exemplos dessas nobres mulheres, como a coragem dos publicitários que produziram esses vídeos. Eles não temeram nadar contra a corrente e expuseram ao mundo um grande testemunho de humanidade.
Ao final das peças, a frase “Todas as mulheres foram criadas para ser belas” lembra que a beleza verdadeira é atingível. Cooperando com a graça de Deus, toda mulher pode elevar-se e ascender de fato aos céus, tomando como exemplo máximo a bem-aventurada Virgem Maria. Permanecem válidas ainda hoje as sábias palavras de São Pedro às mulheres: “ Não seja o vosso adorno o que aparece externamente: cabelos trançados, ornamentos de ouro, vestidos elegantes; mas tende aquele ornato interior e oculto do coração, a pureza incorruptível de um espírito suave e pacífico, o que é tão precioso aos olhos de Deus” (1 Pd 3, 3-4).
Por Equipe Christo Nihil Praeponere | InformaçõesLifeSiteNews.com

Referência

  1. Dom Aquino Corrêa. Concursos de beleza, 27 de dezembro de 1930. In Discursos (v. II, t. II). pp. 68-69. Brasília, 1985.
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/minha-bela-mulher-comercial-tailandes-destaca-a-grandeza-da-maternidade



DRA. EVELYN BILLINGS

A CIENTISTA  GUARDIÃ DA FERTILIDADE


Desde a criação do mundo até os nossos dias, somos “protegidos” dos inimigos do corpo e da alma, através dos profetas que se erguem a cada geração. São homens e mulheres que permitem que a graça alcance  seus corações e  eles se colocam a serviço dos  outros. Este é o caso da médica e cientista Dra Evelyn Billings, que neste domingo, dia 16 de fevereiro, completa um ano de sua morte.
A Dra Evelyn e seu esposo Dr. John, consumiram suas vidas em estudos e pesquisas, para ajudar os casais a acolher e  a proteger a fertilidade do corpo. A madre Tereza de Calcutá, quando era viva, percebeu que as mulheres indianas estavam em perigo;  ameaçadas pela esterilização forçada e também coagidas a abortarem seus bebês. Madre Tereza então chamou o casal Billings para ensinar o Método de Ovulação Billings™, para aquelas mulheres, que aprenderam com facilidade a reconhecer e a  administrar a fertilidade. A Dra Evelyn também contribui para a diminuição significativa do aborto no país da China.
A Dra Evelyn foi uma mulher que assumiu na própria vida, a identidade batismal de ser profeta. Ela ajudou os casais a descobrir o valor da fecundidade e denunciava os estragos da contracepção artificial. Com o próprio exemplo ela demonstrou a capacidade do coração feminino de acolher os filhos e a renunciar projetos pessoais a favor da família.
No seu primeiro aniversário de morte,  que coincide com a liturgia deste domingo; São Paulo  diz: “ Entre os perfeitos nós falamos de sabedoria, não da sabedoria deste mundo, nem da sabedoria dos poderosos deste mundo, que afinal estão votados à destruição. Falamos sim da misteriosa sabedoria de Deus, sabedoria escondida, que desde a eternidade Deus destinou para nossa glória” (1 Cor 2, 6-7).
Os instrutores e usuários do Método de Ovulação Billings™, são agraciados pela sabedoria escondida mas  que se revelou através da verdade deste método apresentado pelo casal Billings. “A nós Deus revelou esse mistério através do Espírito” (1 Cor 2, 10).


Cleonice M. Kamer
Consagrada da Comunidade Bom Pastor- SC

 Instrutora Cenplafam Joinville SC

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Não temamos a vinda do Senhor


Ao ouvimos falar da vinda do Senhor, nós tememos, porque nos parece que Jesus virá para destruir e acabar com tudo. Temos a concepção errônea de que Ele retornará para julgar e castigar as pessoas, por isso temos medo de nos encontrar com Ele. 

Não, irmãos, não devemos temer! O que o Senhor fará é uma grande limpeza em nossa casa, porque Deus ama Seus filhos. E a cada dia estamos mais próximos de Sua vinda!

Não devemos pensar que Deus está com raiva, pelo contrário, Ele está insatisfeito com o mal no mundo. Ele não pode mais suportar essa sujeira, porque nos ama e ama o mundo que criou. Na verdade, quem trouxe toda essa sujeira para o mundo não foi Deus Pai, mas satanás, o grande inimigo do Senhor e também nosso. O maligno tem usado de todos os meios para sujar nosso mundo.

Infelizmente, como aconteceu com nossos primeiros pais, muitos caíram em tentação. Não deixamos de ser culpados, e nossa culpa é ter caído em tentação. O mal e a sujeira entraram em nossas casas, em nossas famílias, em nós, enfim, no mundo. E Jesus, que veio pela primeira vez para nos trazer a salvação, está prestes a vir pela segunda vez, agora para fazer uma grande limpeza por amor à sua casa e aos seus filhos. Daí a necessidade de vivermos profundamente a Palavra de Deus.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


Fonte: http://cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

Os frutos de uma vida sem fé

A cruzada do ateísmo militante contra a fé cristã não só abre caminho para falsificações da realidade, como também para o ressurgimento do paganismo


O mundo relativista também tem seus dogmas. Torna-se cada vez mais comum nos dias de hoje a exclusão da fé cristã, como um pressuposto básico para o desencadeamento de uma ação social. O simples ato de crer é considerado um comportamento desumano, tendo-se a impressão de que a fé levaria o indivíduo a uma espécie de alienação de seus direitos, posto que a pessoa se perde em orações e rituais sem sentido. O homem, portanto, deveria ser privado da fé ou, ao menos, esclarecido sobre os males que advêm dela, sobretudo daquelas religiões que pregam a crença num Deus único e pessoal.
A tentativa de eliminar-se a fé das pessoas foi uma constante nos últimos dois séculos. Sob o axioma marxista de que a religião seria o “ópio do povo”, inúmeros governos, mormente aqueles de índole gnóstica e ateia, subjugaram povos inteiros, acusando-os até mesmo de crime contra a pátria, simplesmente por aplicarem a máxima cristã do “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Cf. Mt. 12,15-21). Foi assim que o governo maçom de Plutarco Elías Calles dizimou centenas de cristãos, no México, durante a chamada Guerra de Cristiada, na década de 20, com o pretexto de impedir o avanço de “crenças fundamentalistas”[1]. De igual modo, nazistas e comunistas no leste europeu deram cabo de mais de 100 milhões de vidas, em apenas um século, montados nos auspícios do que Pio XI acertadamente chamou de “ideologia neopagã detestável”[2]. De fato, a loucura revolucionária, segundo os cálculos do professor R.J. Rummel, da Universidade do Havaí, levou à morte mais civis no século XX do que todas as guerras e catástrofes naturais do começo da civilização até hoje somadas. Eis o tamanho do crime: 262 milhões de mortos e contando[3].
O montante de corpos contabilizados pelas sendas da revolução dá-nos a prova do quão equivocado está aquele professor universitário que, a fim de conquistar a turma e demonstrar ares de superioridade intelectual, precisa fazer troça da Igreja Católica e daqueles que ousam romper o dogma de que é necessário desertar de seu batismo para conquistar um diploma acadêmico. Ateísmo não é sinônimo de inteligência. Pelo contrário, trata-se de uma simples negação da realidade e, em última análise, das suas exigências. Com efeito, diz-nos Bento XVI:“somente quem reconhece Deus, conhece a realidade e pode corresponder-lhe de modo adequado e realmente humano”[4]. E essa afirmação se torna tanto mais verdadeira quando confrontada com os frutos do “século do nada” – para usar uma expressão de Gustavo Corção. Seja na ficção científica de Richard Dawkins – a nova coqueluche do neoateísmo –, seja nos diálogos de Nietszche – sobretudo no seu “Assim falou Zaratustra” –, o que se percebe no ateísmo militante é muito mais uma atitude de afetação e preconceito religioso do que de autêntica sabedoria.
Certamente, os ateus que procuram acoimar os cristãos de ignorantes desconhecem a literatura de Chesterton, a profundidade filosófica de Edith Stein, os progressos científicos de Jerome Lejeune – o responsável pela descoberta da trissomia 21, comumente conhecida por Síndrome de Down –, a pesquisa histórica de Paul Johnson e Daniel-Rops ou, quem sabe ainda, a famosíssima mitologia de J.R.R. Tolkien. Não por acaso, C.S. Lewis, outro autor cristão de renome internacional, acabou deixando a bobagem agnóstica para trás justamente pelo exemplo do amigo criador d’O Senhor dos Anéis:
[...] Lewis achava difícil aceitar o fato de que seu novo amigo era um dos homens mais interessantes, intelectuais e inteligentes que ele jamais havia conhecido e ainda um cristão devoto - e católico, para começar.[5]
A cruzada ateísta contra a fé cristã não só abre caminho para a falsificação do conceito de realidade, como também para o ressurgimento do paganismo. Quando não se crê em Deus, acaba-se crendo em tudo. “A superstição” – recorda-nos G.K. Chesterton – “ocorre em todas as épocas, e especialmente em épocas racionalistas”[6]. E o resultado não podia ser outro, senão o que já foi visto em todos os períodos em que a humanidade foi deixada à mercê dos falsos deuses. O cristianismo, por sua vez, baseia-se em outra medida: Nosso Senhor Jesus Cristo. É Ele que vem a nós, é Ele o nosso fundamento. A partir disso, constitui-se grande verdade a afirmação do Papa Francisco, na última Mensagem para o dia mundial da paz:
[...] Uma verdadeira fraternidade entre os homens supõe e exige uma paternidade transcendente. A partir do reconhecimento desta paternidade, consolida-se a fraternidade entre os homens, ou seja, aquele fazer-se «próximo» para cuidar do outro.[7]
Quando se coloca Deus entre parêntesis, pretendendo-se assim dar prioridade aos bens materiais, econômicos e políticos, começa-se por incutir no coração do homem uma lógica gladiadora, na qual todos são nivelados à condição de objeto. É humano aquele que tiver mais poder. Disso nasce a famosa frase do ateu Jean-Paul Sartre: “o inferno são os outros”. O homem deixa de ser irmão para se converter em obstáculo. E uma tal lógica só poderia “terminar por caminhos equivocados e com receitas destruidoras.”[8] Diz-nos o evangelho que uma árvore é reconhecida pelos seus frutos. Certamente, 262 milhões de mortos não são o que poderíamos chamar de “bons frutos”.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. A história da guerra de Cristiada pode ser vista no ótimo filme For Greater Glory, em que se retrata a saga do menino José Sanches del Río, martirizado pelos algozes do governo, e beatificado pelo Papa Bento XVI, em 2005.
  2. Pio XI, Carta Encíclica Mit Brennender Sorge (14 de março de 1937)
  3. Olavo de Carvalho, O tamanho do crime, in Diário do Comércio (19 de fevereiro de 2009)
  4. Bento XVI, Sessão inaugural da V Conferência do episcopado da América Latina (13 de maio de 2007), n. 3
  5. WHITE, Michael. J.R.R. Tolkien, o senhor da fantasia. Rio de Janeiro: DarkSide, 2013, p. 129
  6. CHESTERTON, Gilbert Keith. O homem eterno. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p. 123
  7. Francisco, Mensagem para a celebração do XLVII Dia Mundial da Paz (8 de dezembro), n. 1
  8. Bento XVI, Sessão inaugural da V Conferência do episcopado da América Latina (13 de maio de 2007), n. 3
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/os-frutos-de-uma-vida-sem-fe

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A ponta do iceberg

Todos fariam um grande favor a si mesmos, às suas famílias e ao Brasil se, na hora da novela, desligassem seus televisores, acendessem uma vela e rezassem o Terço


Recentemente, duas pesquisas científicas comprovaram a ligação direta que existe entre a audiência das novelas da Rede Globo, as crescentes taxas de divórcio e a queda da natalidade nas famílias brasileiras[1]. Aquilo de que já se suspeitava há muito tempo foi confirmado: as telenovelas globais exercem uma grande influência no comportamento das pessoas.
Na semana passada, mais uma telenovela serviu de palco para "forçar limites morais", como escreveu um jornalista, na Folha de São Paulo[2]. Pelos comentários de vários telespectadores nas redes sociais, parece que, infelizmente, a armadilha funcionou, mais uma vez. Após o entusiasmo com a trama de uma dupla de homossexuais que, entre outras coisas, recorreu à inseminação artificial para "produzir" um filho, o pedido para ver um "beijo gay" no final da última novela das oito foi reiterado por inúmeras pessoas. E, mesmo depois de alcançado o seu intento, muitos não se contentaram com o que viram, alegando que o beijo teria sido "morno demais".
Sem dúvida, a melhor forma de filtrar essas coisas está na mão de cada família: chama-se controle remoto. As pessoas são livres para escolher ao que querem ou não assistir na televisão. No entanto, comprovada a relação entre as telenovelas e as mudanças sociais no Brasil, ninguém pode ignorar que aquilo que é exibido nas telas da TV não ficará, simplesmente, na televisão. Aquilo que a Globo exibe para muitas pessoas ou famílias desatentas irá refletir, de algum modo, nas opiniões que elas possuem, nas conversas que elas mantêm e nos ambientes que elas frequentam. E isso afetará toda a sociedade, na qual estão incluídas até mesmo as pessoas que louvavelmente se recusam a dar audiência às novelas globais.
É mesmo preciso dizer o que estava por trás do "beijo gay"? Diante da oposição de boa parte da população brasileira não só ao chamado "casamento homoafetivo" como ao próprio ato homossexual, a novela "Amor à Vida" foi uma tentativa clara de minar essa resistência. Apelando a recursos sentimentais, os produtores da trama – não temendo a condenação do profeta que lamenta "aqueles que ao mal chamam bem" e "tornam doce o que é amargo" (Is 5, 20) – recorreram à mesma estratégia que facilitou a legalização do divórcio no Brasil, há 40 anos: trocar o verdadeiro amor à pessoa humana pela aceitação de uma conduta imoral; transformar a preocupação com o pecador em um perigoso conformismo com o pecado.
A confusão que resulta dessa mentalidade é evidente: quando uma pessoa prefere "rótulos" referentes à sua conduta sexual àquilo que ela realmente é – ser humano, filha de Deus –, a sua verdadeira dignidade é escondida e dá lugar a uma desfiguração:
"A pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, não pode definir-se cabalmente por uma simples e redutiva referência à sua orientação sexual.Toda e qualquer pessoa que vive sobre a face da terra conhece problemas e dificuldades pessoais, mas possui também oportunidades de crescimento, recursos, talentos e dons próprios. A Igreja oferece ao atendimento da pessoa humana aquele contexto de que hoje se sente a exigência extrema, e o faz exatamente quando se recusa a considerar a pessoa meramente como um 'heterossexual' ou um 'homossexual', sublinhando que todos têm uma mesma identidade fundamental: ser criatura e, pela graça, filho de Deus, herdeiro da vida eterna."[3]
É lamentável que muitos católicos, enganados por esse pensamento reducionista, se tenham prestado ao papel patético não só de dar ibope à novela, como de pedir ou aprovar o "beijo gay", ignorando – ou fingindo ignorar – que essa é apenas a ponta de um iceberg. Desse modo, fazem lembrar a condenação do Apóstolo que, reprovando as práticas homossexuais, lamentou a atitude daqueles que "não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem" (Rm 1, 32).
Mas, ainda que "Amor à Vida" não tivesse mostrado nenhum "beijo gay", ainda que não tivesse reforçado a difusão do lobby homossexual: ainda assim, teria sido um tremendo desamor à vida e à família assistir-lhe. As telenovelas estão, a todo momento, "forçando limites morais", especialmente quando exibem, de modo constante, cenas de sexo mais ou menos explícitas. Com isso, elas tiram o sexo da intimidade conjugal dos esposos e dizem às pessoas que é normal ter sexo com qualquer um, a qualquer hora e em qualquer lugar, estimulando, assim, uma lenta, porém eficaz, "pornografização" da sociedade[4].
Voltemos ao controle remoto: todos fariam um grande favor a si mesmos, às suas famílias e ao Brasil se, na hora da novela, apagassem seus televisores, acendessem uma vela e rezassem o Terço em família, rogando a Nossa Senhora Aparecida que tenha misericórdia desta Terra de Santa Cruz.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Cf.Parresía n. 58: As Novelas e a Engenharia Social
  2. Análise: Emissora retoma tradição de forçar limites morais com telenovelas | Folha de S. Paulo
  3. Congregação para a Doutrina da Fé, Carta aos Bispos sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais, 1º de outubro de 1986, n. 16
  4. Cf. A cultura pornográfica e a banalização da sexualidade
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/a-ponta-do-iceberg

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O crucificado que nos trouxe Deus

Somente na fé católica a crucificação de Cristo tem sentido, pois nela é que se encontra o verdadeiro "Jesus histórico"


Desde que Rudolf Bultmann decretou que não se pode crer na ressurreição depois da lâmpada elétrica, o número de interpretações malucas que surgiram sobre a Pessoa de Cristo é algo que não está no gibi[1]. Imagina-se de tudo: Jesus marxista, Jesus operário, hippie, camarada e tutti quantiNessa brincadeira, só não há espaço para uma única interpretação: a que está no Magistério da Igreja.
Essa tendência mais ou menos crítica de se desconfigurar o rosto tradicional de Jesus acentuou-se, segundo o Papa Bento XVI, a partir dos anos 50. Trata-se de uma cisão entre o "Jesus histórico" e o "Cristo da fé". Haveria um abismo enorme entre um personagem e outro. Cristo seria apenas uma invenção da comunidade primitiva, não tendo nada que ver com a salvação e a remissão dos pecados. Jesus, em tese, seria apenas um revolucionário à sua maneira, um reformador social. Alguém que viera contestar o status quo, abrindo caminho para as futuras revoluções do povo judeu e, por conseguinte, do "Povo de Deus". Todavia, bem observa o Papa Emérito, "quem lê várias destas reconstruções, umas ao lado das outras, pode rapidamente verificar que elas são muito mais fotografias dos autores e dos seus ideais do que reposição de um ícone, entretanto tornado confuso"[2].
Não é de se admirar que vários desses teólogos que propõem uma tal interpretação cristológica padeçam do mesmo complexo antirromano de Lutero. Por fim, quem começa negando a Igreja termina negando Deus. A bem da verdade, são homens que perderam a fé e que, cada vez mais, se submetem ao dogma do mundo moderno, no qual Deus não tem importância nem espaço. Eles se renderam à proposta racionalista, à pompa do criticismo e, em última análise, à sedução do Anticristo que, na expressão de Soloviev, é doutor honoris causa em teologia[3]. Satanás, mais do que ninguém, é o primeiro a usar a bíblia para tentar o Senhor: "Se és o Filho de Deus, ordena que estas pedras se transformem em pão" (Mt 4, 3). Nesse desafio, esconde-se a hipocrisia de quem, querendo assumir o lugar de Deus, põe-se a derrubá-Lo de Seu trono, como uma pedra de tropeço, "um estorvo", "porque os teus pensamentos não são de Deus, mas dos homens" (Cf. Mt 16, 22). Assim, Jesus torna-se uma figura "pouco plausível, remota, obscura e esquisita, alguém que falava numa língua estranha e que morreu há muito tempo"[4], não tendo mais nada a nos dizer ou ensinar.
E é óbvio que uma figura dessa estirpe não merece o nosso culto. O Cristo desenhado por esses teólogos inspira pouquíssima devoção. n’Ele não se encontra a beleza do transcende, mas a máscara das ideologias, que, em última análise, não passam de sistemas derivados de programas destrutivos. Quem olha para este Jesus não olha para o Pai, como atestam as Escrituras. Pelo contrário, é o rosto sombrio da mentira o que se enxerga. E se Cristo deixa de ser divino para ser tão somente político, também o seu culto deixa de ser a participação no seu Sacríficio da Cruz - em que o fiel presta sua adoração, contrição e ação de graças - para se converter num passatempo ou, pior ainda, numa convenção de facções ideológicas.
Com efeito, a crítica que muito se faz à liturgia da Igreja é, na verdade, um ataque ao coração de Deus. Na base de tudo encontra-se um ateísmo politizado que transforma a teologia em um campo de ação: não há motivo para se cultuar Deus, para prestar-lhe nossa devoção; o homem deve ser o seu princípio, meio e fim, o homem deve se autocultuar. Trata-se, então, da mesma repulsa de Pedro diante do mistério da cruz. Não se quer a dor, não se quer o sacrifício, somente o bem-estar, o conforto material. "Se és o Filho de Deus…", repete-se o desafio. Por outro lado, quando lançamos um olhar sincero sobre essa mentalidade, percebemos que tudo se encaminha para muito longe do paraíso: "Ela julgava poder transformar pedras em pão, mas gerou pedras em vez de pão".[5]
Esse progressismo adolescente, ao qual o Papa Francisco já lançou duras condenações, transgride a fidelidade; "essa gente, movida pelo espírito do mundo, negociou a própria identidade, negociou a pertença a um povo, um povo que Deus ama tanto, que Deus quer como seu povo"[6]. Ser fiel ao ministério de Jesus tal como está descrito no Evangelho e, obviamente, no Magistério da Igreja não significa acreditar em "algo mítico, que pode ao mesmo tempo significar tudo e nada"[7]; é precisamente o contrário, é lançar-se com firmeza à única certeza que dá sentido à nossa existência, significa olhar para o crucificado, no qual encontramos "a própria bondade de Deus, que se dá nas nossas mãos, que se entrega a nós e que, por assim dizer, suporta conosco todo o horror da história."[8] Cristo, portanto, mais do que nos dar bem-estar, conforto e paz, veio fazer algo muito maior: Ele veio nos trazer Deus!
"Somente por causa da dureza de nosso coração é que pensamos que isso seja pouco"[9]
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Padre Paulo Ricardo, palestra sobre Jesus histórico e Cristo da Fé. Via YouTube
  2. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 10
  3. 1900 apud RATZINGER, 2007, p. 47
  4. LEWIS, Clive Staples. Cartas de um diabo a seu aprendiz. São Paulo: Martins Fontes, 2011, p. 95
  5. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 45
  6. Papa Francisco. Meditações Matutinas na Santa Missa Celebrada na Capela da Domus Sanctae Marthae (18 de novembro de 2013). Tradução Fratres in unum
  7. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 29
  8. RATZINGER, Joseph. O Sal da Terra: o cristianismo e a Igreja Católica no sécula XXI: um diálogo com Peter Seewald / Joseph Ratzinger. Rio de Janeiro: Imago Ed., 2005, p. 23
  9. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 54
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/o-crucificado-que-nos-trouxe-deus