quarta-feira, 18 de junho de 2014

A Eucaristia é fonte de cura e salvação


Por meio de milagres, Jesus quis que percebêssemos que tudo é possível para Deus. Vemos, no Evangelho de São João, o milagre da multiplicação dos pães (João 6, 8-13); a seguir, o Senhor que caminha sobre as águas (João 18-21) e tantos outros fatos narrados pelos apóstolos e profetas de todos os tempos. Tudo isso foi uma preparação para o que Cristo iria apresentar ao povo, aos discípulos e aos apóstolos, pois, após realizar esses milagres, Jesus lhes fala da grande maravilha da Eucaristia:

“Eu sou o pão da vida” (cf. João 6,48-51). Se Jesus fez com o pão e com o Corpo d’Ele o que quis, multiplicando os pães e andando sobre as águas, por que não pode fazer do Corpo d’Ele verdadeira comida e do Seu Sangue verdadeira bebida?

Quando comungamos, recebemos, realmente, o Corpo do Senhor, de uma Pessoa viva, que tem carne, sangue, ossos, sentimentos e coração.

“Ouvindo isso, os judeus se puseram a discutir violentamente entre si: ‘Como é que esse homem pode dar-nos a sua carne a comer?’” (João 6, 52).

Jesus sabia das dúvidas que viriam e do que haveriam de dizer: que a Eucaristia é apenas um símbolo, uma entrega “espiritual” do Senhor à Sua Igreja. Por isso Ele tornou a afirmar:

“A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue Verdadeira bebida. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele”. (Jo 6,55-56)

Quando comungamos, é a pessoa inteira de Jesus que recebemos. É Jesus Ressuscitado, com Seu Corpo glorioso. Entramos em comunhão com Suas chagas, que foram abertas por nós, para curar as nossas feridas e as marcas que o pecado deixou em nós. Comungamos o coração do Senhor, que amou e que ainda ama cada um de nós, o mesmo coração que foi perfurado pela lança. 

Jesus Eucarístico, pela força do Espírito Santo, quer curar toda a área da nossa afetividade e sexualidade. Ele cura toda esterilidade que o mundo nos trouxe. Ele nos devolve a vida e a esperança.


Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Fonte: http://cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php


quarta-feira, 11 de junho de 2014

A noite escura da humanidade

O testemunho de Santa Teresa Benedita da Cruz, que abandonou o mundo acadêmico para confessar a paixão de Cristo no silêncio do Carmelo.


A “noite escura da alma”, uma espécie de deserto espiritual onde se experimenta o silêncio de Deus, é um tema muito frequente nas meditações dos santos da Igreja. Santa Teresa d’Ávila, a título de exemplo, diz que é próprio de quem se dedica à vida espiritual passar por uma derradeira provação de fé [1]. Trata-se de uma purificação dos sentidos e da alma, cujo objetivo principal é a total comunhão com Deus. A pessoa já não busca outra coisa senão tomar parte nas dores de Cristo crucificado, a fim de cooperar na obra da redenção.
A esse respeito, talvez não exista maior testemunho no último século do que o de Edith Stein. Entregando-se em holocausto pela salvação de seu povo, no campo de concentração de Auschwitz, a santa judia realizou na carne o que há tempo professava com os lábios: “o que nos salvará não serão as realizações humanas, mas a paixão do Cristo, na qual quero ter parte”[2]. Edith Stein havia compreendido a ciência da cruz, por assim dizer, buscando o significado da verdade [3]. Neste itinerário, a então filósofa ateia – e famosa discípula de um dos mais respeitados pensadores do século XX, Edmund Husserl – encontrou por acaso, na biblioteca de uma amiga, o Livro da Vida, de Santa Teresa. A leitura foi tão tocante, que ao seu término, Edith só pôde confessar isto: “é a verdade” [4]. A partir de então, Edith Stein lançou-se avidamente à procura de seu Amado: abandonou a vida acadêmica, para viver a espiritualidade carmelita, assumindo o nome de Teresa Benedita da Cruz. A 2 de agosto de 1942, foi brutalmente levada pelos nazistas ao campo de trabalho forçado, onde morreria como mártir, ao lado de sua irmã, Rosa.
Aos olhos do mundo moderno, um testemunho como o de Stein pode parecer loucura.Todavia, a sua heroicidade fala mais alto do que qualquer vileza. O encontro com Cristo gera uma mudança no íntimo de nosso ser – uma metanoia – que nos impulsiona a não mais satisfazer a própria vontade; pelo contrário, “aquele que visita o Senhor na sua Casa não falará sempre de si, nem de suas mesquinhas preocupações. Começará, aos poucos, a interessar-se pelas preocupações do Salvador”, a saber, a salvação do homem [5]. Essa salvação, por sua vez, só pode ocorrer no martírio diário, na noite escura da fé. Por isso Santa Teresa Benedita da Cruz, na noite escura de Auschwitz – onde a potência de Deus parecia inerme e a sua Palavra parecia muda – caminhava serena e convicta, apesar dos sofrimentos, como se estivesse a emprestar de São Josemaría Escrivá esta sua esperança: “cada dia que passa me aproximo da Vida” [6].
De fato, os santos estão longe de ser esse “fantasma que ficou petrificado – em posição quase sempre incômoda – num nicho, rodeado de velhotas de pele encarquilhada”, como tendem a pensar as almas deformadas deste século [7]. Pelo contrário, os santos são homens que sabem unir a vida cotidiana à vida sobrenatural, dando um significado divino às coisas simples do dia a dia, mormente nos períodos de angústia e solidão. Edith Stein uniu seu martírio ao sacrifício da cruz não por idealismo ou mera conveniência, porquanto “ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento” [8]. Ela simplesmente interpretou os sinais dos tempos. Não deixou de erguer a sua voz contra o nazismo, incentivando seus alunos e suas irmãs a lutarem contra a opressão do Terceiro Reich. Com efeito, diante do drama da dor, pôde repetir sem hesitação as palavras de Cristo na cruz: “tudo está consumado” [9].
Há quase 70 anos do término da II Grande Guerra, vê-se mais uma vez o desenvolvimento de um paganismo selvagem, “um ateísmo militante operando em plano mundial”, tal qual aquele que vitimou Edith Stein [10]. No seio da Igreja, não obstante, assiste-se a uma desertificação desenfreada da fé, que atinge as mais altas esferas da hierarquia. O cristianismo vive cercado “por uma névoa de incerteza mais pesada do que em qualquer outro momento da história” [11]. A humanidade, por conseguinte, entra em uma noite escura. Resta-nos, então, a pergunta de Bento XVI, feita perante o memorial das vítimas do Holocausto, em Auschwitz: “Onde está Deus? Por que Ele silenciou? Como pôde tolerar este excesso de destruição, este triunfo do mal?” [12] É uma questão que se nos impõe, e que só pode ser feita por aqueles que têm fé. Edith Stein teve a sua resposta, doando-se inteiramente até àquele instante em que “não haverá mais noite” [13]. É o caminho que todos devemos percorrer: o caminho das noites escuras até àquela “que é diferente de todas as outras” – a noite da salvação!
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Padre Paulo Ricardo, Esforçai-vos para entrar pela porta estreita, Parresía n. 63.
  2. MIRIBEL, Elisabeth de. Edith Stein: como ouro purificado pelo fogo. 4 ed. Aparecida: Editora Santuário, 1998, pág. 63.
  3. A Ciência da Cruz é o título do livro que Edith Stein escreveu a respeito da doutrina ascética de São João da Cruz. Disponível em: Livraria Loyola.
  4. MIRIBEL, Elisabeth de. Edith Stein: como ouro purificado pelo fogo. 4ed. Aparecida: Editora Santuário, 1998, pág. 64.
  5. Ibidem, pág. 148.
  6. ESCRIVÁ, Josemaria. Caminho. São Paulo: Quadrante, 2009 , n. 737.
  7. URTEAGA, Jesus. O valor divino do humano.São Paulo: Quadrante, pág. 18.
  8. Bento XVI, Carta Enc. Deus Caritas Est (25 de dezembro de 2005), n. 1.
  9. Jo 19, 30.
  10. João XXIII, Constituição Apostólica Humanae salutis (25 de Dezembro de 1961).
  11. Bento XVI, Discurso do Santo Padre durante a visita ao Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau (28 de maio de 2006).
  12. RATZINGER, Joseph. Introdução ao Cristianismo. São Paulo: Loyola, 2001.
  13. Cfr. Ap. 22, 4-5.
Fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/a-noite-escura-da-humanidade

quarta-feira, 4 de junho de 2014

É hora de reacender a chama que está em nós


Mais do que nunca, é hora de reinflamar o carisma, de reacender a chama que está em nós. Graças a Deus, ela não se apagou! Agora, é preciso usar de todos os meios para reavivá-la. 

Eu creio que essa é a hora do Espírito, é a hora da Igreja! É o momento de obedecer à palavra de ordem de São João Paulo II para este novo milênio – lançar as redes em águas mais profundas – e reinflamar o carisma, porque o Espírito de Deus está em nós. No entanto, é preciso deixar que Ele se manifeste com curas, milagres, prodígios e sinais. O mundo precisa disso e Deus o quer!

A nova evangelização precisa ser nova. Nova de coragem, de ousadia, de desassombro, de intrepidez! Nova de entusiasmo, de carisma, de ministérios assumidos com destemor!

A Palavra de ordem que São Paulo deu a Timóteo é perfeitamente adequada para os nossos dias: "Reinflama o carisma de Deus que está em ti!" (2Tm1,6).




Seu irmão, 

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Fonte: http://cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

terça-feira, 3 de junho de 2014

Vamos defender a vida

ESCRITO POR PADREPAULORICARDO.ORG | 02 JUNHO 2014


Descubra como você pode ajudar a derrubar a Lei Cavalo de Troia e afugentar o aborto do Brasil.

Nota de Olavo de Carvalho:

Prezados leitores e alunos,


o aborto foi legalizado no Brasil, como previa o movimento pró-vida em sua batalha contra conhecida lei "Cavalo de Troia". Mas ainda é possível reverter a situação, desde que vocês também ajudem. O movimento pró-vida tem conseguido derrotar várias iniciativas abortistas no Brasil, por meio de iniciativas simples, como escrever para deputados e ligar para o Congresso. Vocês podem ajudar, gastando cinco minutos do seu tempo, a salvar a vida de centenas de crianças.

Por favor, leiam atentamente a mensagem do Pe. Paulo Ricardo abaixo e escrevam para seus deputados. É muito importante. Vamos agir.

Abração do 
Olavo de Carvalho

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Há pouco menos de um ano, o Congresso Federal aprovou um projeto de lei que, aparentemente, não tinha nada demais. O texto visava oferecer proteção “às vítimas de violência sexual”, garantindo-lhes “atendimento emergencial, integral e multidisciplinar” e “tratamento dos agravos (...) decorrentes de violência sexual” [1]. Tramitando em regime de urgência, o Projeto de Lei n. 3/2013 – originalmente proposto em 1999, mas ressuscitado a pedido do Ministério da Saúde – passou tranquilamente pelo Legislativo, sem muitos debates.
O que os parlamentares não pararam para examinar detidamente, no entanto, foi que a linguagem utilizada no projeto de lei era a mesma presente em uma norma técnica do Ministério da Saúde, que dispunha sobre a “prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres e adolescentes” [2]. No texto da norma, o referido tratamento não era nada menos que o aborto para as grávidas, ousadamente reconhecido como “direito”. O conceito de estupro, ademais, deveria ser expandido para “qualquer forma de atividade sexual não consentida”, como constava no art. 2º do então projeto de lei. Não fosse suficiente, a mulher que chegasse a um hospital alegando ter sido violentada não precisaria mais apresentar sequer um boletim de ocorrência – que, na prática, já não provava nada: bastava a sua palavra, que deveria “ser recebida com presunção de veracidade” [3], e o abortamento poderia ser realizado.
Em resumo, o projeto de lei abria uma brecha para que os hospitais públicos realizassem amplamente a prática do aborto.
Quando se tomou consciência do real perigo da proposta, ela já estava nas mãos da Presidente da República, para ser sancionada. Restava ao movimento pró-vida, juntamente com uma parcela da sociedade civil, pedir à Presidente que vetasse totalmente o PL 3/2013, dado que todo ele estava permeado de uma linguagem dúbia, claramente concebida para disponibilizar o acesso amplo e público ao aborto.
Graças à maldade do governo federal e à desconversa de pessoas do próprio movimento pró-vida, entretanto, no dia 1º de agosto, o projeto foi integralmente sancionado por Dilma Rousseff e transformado na Lei nº 12.845, de 2013 [4].
Esta lei, que não contém em nenhuma de suas linhas a palavra “aborto”, pode com razão ser apelidada de “Cavalo de Troia”, pois, assim como este aparentava ser um presente, mas, dentro de si, escondia o inimigo, a lei sancionada pelo governo Dilma, sob a máscara de proteção às mulheres, tem o propósito sórdido de destruir a própria dignidade da vida humana.
Para quem ainda duvidava das intenções malévolas por trás da referida lei, uma portaria de semana passada, emitida pelo Ministério da Saúde, não deixava margem para nenhuma objeção [5]. Para regulamentar a Lei Cavalo de Troia, o governo incluía na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde a “interrupção da gestação/antecipação terapêutica do parto”, fixando o preço do abortamento em R$ 443,40. Esta semana, devido à notoriedade que o fato ganhou, a portaria foi revogada. No entanto, a lei ardilosa que permitiu a edição de uma tal portaria, permanece de pé.
Para que seja finalmente derrubada, é preciso que entremos em contato com os parlamentares da Câmara dos Deputados, pedindo que seja apreciado, em regime de urgência, o Projeto de Lei n. 6033/2013, que revoga totalmente a Lei Cavalo de Troia [6]. O projeto, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi apresentado imediatamente após a publicação da Lei 12.845, mas não foi votado porque a Comissão de Seguridade Social e Família – à qual o projeto deveria seguir, nos trâmites normais – é atualmente presidida pelo PT, que não tem interesse nenhum em revogar a lei.
Eis a importância de rezarmos e, mais do que isso, ligarmos e enviarmos e-mails aos nossos deputados. A lista com os números e os endereços eletrônicos das lideranças dos partidos segue abaixo juntamente com um modelo de texto. O futuro do Brasil e de nossas crianças depende da nossa ação.
Modelo de carta aos deputados:
Assunto: Requerimento de urgência para votar PL 6033/2013
Excelentíssimos senhores deputados,
Em 2013, um projeto de lei que dispunha “sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual” passou pelo Congresso Nacional tão rapidamente que Vossas Excelências sequer tiveram prazo para examinar e discutir com clareza o que o texto da proposta dizia. Prova disso é que muitos parlamentares só passaram a repensar o referido projeto quando este já tinha sido aprovado nas duas casas legislativas e estava nas mãos da Presidente da República, Dilma Rousseff.
Trata-se da Lei n. 12.845/2013 (até então, apenas Projeto de Lei n. 3/2013). O texto desta lei, com uma linguagem aparentemente inofensiva, introduz no ordenamento jurídico brasileiro alguns conceitos e garantias problemáticos. Faz referência “ao controle e ao tratamento dos agravos físicos e psíquicos decorrentes de violência sexual”, considerando esta “qualquer forma de atividade sexual não consentida”, além de fixar como obrigatório para “todos os hospitais integrantes da rede do SUS” um serviço denominado “profilaxia da gravidez”. Regulamentando esta lei, o Ministério da Saúde emitiu, no final do último mês, a Portaria 415, que fixava o preço da “INTERRUPÇÃO DA GESTAÇÃO” (eufemismo para aborto) em R$ 443,40.A portaria foi revogada, no dia 28, mas, infelizmente, a Lei n. 12.845, que permitiu a edição de uma norma deste teor, continua vigente.
Considerando que O POVO BRASILEIRO É MAJORITARIAMENTE CONTRÁRIO AO ABORTO, à sua descriminalização e à sua disseminação no Brasil, pedimos a Vossas Excelências que APROVEM UM REQUERIMENTO DE URGÊNCIA PARA VOTAR O PROJETO DE LEI N. 6033/2013, que revoga a Lei n. 12.845. Este projeto, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), precisa ser votado o mais depressa possível e diretamente no Plenário da Câmara, a fim de evitar novas intromissões do governo nesta matéria e assegurar o exercício da soberania do povo que, repetimos, é majoritariamente contrário ao aborto, à sua descriminalização e à sua disseminação em nosso país.
Estamos cientes do que tratam essas leis e acompanhamos com muito critério cada movimento nesse sentido no Congresso Nacional.
Atenciosamente,
Seu Nome.
Liderança do Governo
Henrique Fontana (PT-RS) / 0 xx (61) 3215-9001;
lid.govcamara@camara.leg.br
Liderança da Minoria
Domingos Sávio / 0 xx (61) 3215-9820;
lid.min@camara.leg.br
PT Partido dos Trabalhadores
Vicentinho / 0 xx (61) 3215-9102
lid.pt@camara.leg.br
PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro
Eduardo Cunha / 0 xx (61) 3215-9181 / 80
lid.pmdb@camara.leg.br
PSD Partido Social Democrático
Moreira Mendes / 0 xx (61) 3215-9060 / 9070
lid.psd@camara.leg.br
PSDB Partido da Social Democracia Brasileira
Antonio Imbassahy / 0 xx (61) 3215-9345 / 9346
lid.psdb@camara.leg.br
PP Partido Progressista
Eduardo da Fonte / 0 xx (61) 3215-9421
lid.pp@camara.leg.br
PR Partido da República
Bernardo Santana de Vasconcellos / 0 xx (61) 3215-9550
lid.pr@camara.leg.br
DEM Democratas
Mendonça Filho / 0 xx (61) 3215-9265 / 9281
lid.dem@camara.leg.br
PSB Partido Socialista Brasileiro
Beto Albuquerque / 0 xx (61) 3215-9650
lid.psb@camara.leg.br
SD Solidariedade
Fernando Francischini / 0 xx (61) 3215-5265
lid.solidariedade@camara.leg.br
PROS Partido Republicano da Ordem Social
Givaldo Carimbão / 0 xx (61) 3215-9990
lid.pros@camara.leg.br
PDT Partido Democrata Trabalhista
Vieira da Cunha / 0 xx (61) 3215-9700 / 9701 / 9703
lid.pdt@camara.leg.br
PTB Partido Trabalhista Brasileiro
Jovair Arantes / 0 xx (61) 3215-9502 / 9503
lid.ptb@camara.leg.br
PSC Partido Social Cristão
Andre Moura / 0 xx (61) 3215-9762 / 9771 / 9761
lid.psc@camara.leg.br
PRB Partido Republicano Brasileiro
George Hilton / 0 xx (61) 3215-9880 / 9882 / 9884
lid.prb@camara.leg.br
PV Partido Verde
Sarnye Filho / 0 xx (61) 3215-9790 / Fax: 0 xx (61) 3215-9794
lid.pv@camara.leg.br

E-mails dos Gabinetes das Lideranças

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, livrai o Brasil do flagelo do aborto.

Referências


  1. Cf. Projeto de Lei da Câmara, Nº 3 de 2013
  2. Ministério da Saúde. Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
  3. Prevenção e Tratamento dos Agravos..., p. 69
  4. Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013
  5. Cf. Projeto de Lei 6033/2013
  6. Cf. Portaria nº 415, de 21 de maio de 2014
Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/15236-vamos-defender-a-vida.html