quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bento XVI


Na manhã deste dia 11 de fevereiro, memória de Nossa Senhora de Lourdes, fomos colhidos pela notícia espantosa de que o Santo Padre, o Papa Bento XVI, renunciou ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro.
Em discurso ao Consistório dos Cardeais reunidos diante dele, o Papa declarou que o faz "bem consciente da gravidade deste ato" e "com plena liberdade".
É evidente que a renúncia de um Papa é algo inaudito nos tempos modernos. A última renúncia foi de Gregório XII em 1415. A notícia nos deixa a todos perplexos e com um grande sentimento de perda. Mas este sentimento é um bom sinal. É sinal de que amamos o Papa, e, porque o amamos, estamos chocados com a sua decisão.
Diante da novidade do gesto, no entanto, já começam a surgir teorias fabulosas de que o Papa estaria renunciando por causa das dificuldades de seu pontificado ou que até mesmo estaria sofrendo pressões não se sabe de que espécie.
O fato, porém, é que, conhecendo a personalidade e o pensamento de Bento XVI, nada nos autoriza a arriscar esta hipótese. No seu livro Luz do mundo (p. 48-49), o Santo Padre já previa esta possibilidade da renúncia. Durante a entrevista, o Santo Padre falava com o jornalista Peter Seewald a respeito dos escândalos de pedofilia e as pressões:
Pergunta: Pensou, alguma vez, em pedir demissão?
Resposta: Quando o perigo é grande, não é possível escapar. Eis porque este, certamente, não é o momento de demitir-se. Precisamente em momentos como estes é que se faz necessário resistir e superar as situações difíceis. Este é o meu pensamento. É possível demitir-se em um momento de serenidade, ou quando simplesmente já não se aguenta. Não é possível, porém, fugir justamente no momento do perigo e dizer: "Que outro cuide disso!"
Pergunta: Por conseguinte, é imaginável uma situação na qual o senhor considere oportuno que o Papa se demita?
Resposta: Sim. Quando um Papa chega à clara consciência de já não se encontrar em condições físicas, mentais e espirituais de exercer o encargo que lhe foi confiado, então tem o direito – e, em algumas circunstâncias, também o dever – de pedir demissão.
Ou seja, o próprio Papa reconhece que a renúncia diante de crises e pressões seria uma imoralidade. Seria a fuga do pastor e o abandono das ovelhas, como ele sabiamente nos exortava em sua homilia de início de ministério: "Rezai por mim, para que eu não fuja, por receio, diante dos lobos" (24/04/2005).
Se hoje o Papa renuncia, podemos deduzir destas suas palavras programáticas, é porque vê que seja um momento de serenidade, em que os vagalhões das grandes crises parecem ter dado uma trégua, ao menos temporária, à barca de Pedro.
Podemos também deduzir que o Santo Padre escolheu o timing mais oportuno para sua renúncia, considerando dois aspectos:
1. Ele está plenamente lúcido. Seria realmente bastante inquietante que a notícia da renúncia viesse num momento em que, por razões de senilidade ou por alguma outra circunstância, pudéssemos legitimamente duvidar que o Santo Padre não estivesse compos sui (dono de si).
2. Estamos no início da quaresma. Com a quaresma a Igreja entra num grande retiro espiritual e não há momento mais oportuno para prepararmos um conclave através de nossas orações e sacrifícios espirituais. O novo Pontífice irá inaugurar seu ministério na proximidade da Páscoa do Senhor.
Por isto, apesar do grande sentimento de vazio e de perplexidade deste momento solene de nossa história, nada nos autoriza moralmente a duvidar do gesto do Santo Padre e nem deixar de depositar em Deus nossa confiança.
Peçamos com a Virgem de Lourdes que o Senhor, mais uma vez, derrame o dom do Espírito Santo sobre a sua Igreja e que o Colégio dos Cardeais escolha com sabedoria um novo Vigário de Cristo.
Nosso coração, cheio de gratidão pelo ministério de Bento XVI, gostaria que esta notícia não fosse verdade. Mas, se confiamos no Papa até aqui, porque agora negar-lhe a nossa confiança? Como filhos, nos vem a vontade de dizer: "não se vá, não nos deixe, não nos abandone!"
Mas não estamos sendo abandonados. A Igreja de Cristo permanecerá eternamente. O que o gesto do Papa então pede de nós, é mais do que confiança. Ele nos pede a fé! Talvez seja este um dos maiores atos de fé aos quais seremos chamados, num ano que, providencialmente, foi dedicado pelo próprio Bento XVI à Fé.
Fé naquelas palavras ditas por Nosso Senhor a São Pedro e a seus sucessores: "As portas do inferno não prevalecerão!" (Mt 16, 18).
Estas palavras permanecem inabaláveis através dos séculos!
Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/non-praevalebunt

A PROFECIA DO PAPA PAULO VI



 Há 45 anos o Papa Paulo VI alertou ao mundo sobre o perigo de o governo e autoridades públicas impor a contracepção para os casais (HV 17). O Papa se preocupava com o futuro dos casais, de  eles serem vítimas de uma dominação governamental que impediria de serem livres para formarem suas famílias. 
O Tribunal português, no mês de janeiro deste ano, determinou a retirada da guarda de sete filhos, de uma família, pelo fato de a mãe se recusar a fazer uma laqueadura. No entanto , esta mesma família vivencia fortes laços afetivos e  as filhas mais velhas têm um excelente desempenho escolar.  A mãe dessas crianças afirmava ao juiz que não se submeteria a laqueadura, pois sua religião mulçumana não permite está prática de esterilização.[1]
É admirável a postura desta mãe, ela  demonstrou ser uma mulher forte, por duas razões:
-  Soube administrar a maternidade, mesmo com bastantes filhos,   cultivando em suas crianças bons laços afetivos.
-  Ela também é uma mulher  corajosa, pois está assumindo com convicção a própria identidade religiosa.
Este episódio vivido por está família fez-me recordar a ousadia da mãe dos Macabeus (II Mc 7, 1-42)  que preferiu ver morrer seus sete filhos do que trair a Deus.
Estamos vivenciando o Ano da Fé, onde somos convidados a conhecer e assumir em nossa vida, tudo aquilo que acreditamos. Faz parte da nossa identidade católica proteger e defender a fecundidade, assim como nos orientou o Papa Paulo VI na sua pequena mas valiosa Encíclica Humanae vitae.

Cleonice M. Kamer
Consagrada da Comunidade Bom Pastor








[1] Padre Paulo Ricardo – Mãe perde a guarda de sete filhos por se recusar a fazer a laqueadura. http://padrepauloricardo.org/blog/portugal-e-a-esterilizacao-compulsoria

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Parresía: Rock in Rio e o orgulho dos porcos

                

Com a chegada deste grande evento durante os próximos dias, vamos analisar o que realmente representa com olhar Cristão e social.

                    

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Cardeal de SP fala sobre dinheiro recolhido pelas Igrejas no Brasil

                                            
Cardeal de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer  

Recentemente, apareceram na imprensa várias matérias e reflexões sobre o dinheiro recolhido pelas Igrejas no Brasil. São números que impressionam, se forem olhados sem o devido discernimento. Os valores globais divulgados e que teriam sido recolhidos “em nome de Igrejas” ao longo de um ano também incluem os da Igreja Católica; mas não aparecem discriminados e não se especificou o que se refere a cada grupo religioso em particular, o que leva a fazer juízos errôneos, sem as devidas distinções e considerações.

No caso da Igreja Católica, considerando o número de fiéis, a média da contribuição individual por fiel pode ser baixíssima. Há que se levar em conta que, no nosso caso, as contribuições são feitas “para a Igreja”, representada também civilmente por entidades e instituições que prestam contas à Receita Federal. 

A pergunta que fica no ar é se isso acontece com todos os grupos religiosos, ou se as doações acabam beneficiando pessoalmente a quem as recolhe?


Há que se ver, ainda, a aplicação desses recursos e se perceberá qual é o volume de assistência e de benefícios sociais e culturais, e até mesmo de empregos gerados a partir das organizações religiosas. Ninguém imagina que na Igreja Católica, padres, bispos e organizações religiosas não pagam impostos, INSS, contas de água e luz. As isenções previstas em lei são apenas algumas, que não beneficiam pessoalmente as pessoas em serviço nas organizações religiosas, mas essas próprias organizações.


Dizer que as Igrejas recolhem mais de 20 bilhões de reais por ano no Brasil pode representar muito, aos olhos de alguns; mas isso pode representar muito pouco, se formos considerar as coisas mais no detalhe. Em tudo isso, é preciso colocar sempre um sensato e prudente “depende”. O que mais chamou a atenção foi a notícia sobre fortunas individuais e impérios políticos e econômicos organizados, até mesmo em pouco tempo, por líderes religiosos, que transformam a fé e os “serviços religiosos” em “produtos”, oferecendo-os ao público numa lógica capitalista de mercado.


Há, certamente, um problema no ar em relação ao campo religioso brasileiro; esse problema precisa ser enfrentado melhor pelas autoridades competentes. O que sempre foi mais colocado em evidência na opinião pública, até mesmo de maneira superdimensionada, foi a “perda de fiéis” por parte da Igreja Católica, talvez até com o desejo inconfessado de que isso continue a acontecer e que é um bem para o Brasil... A verdade é que essa mobilidade religiosa atinge todas as religiões tradicionais no Brasil e mesmo os grupos surgidos mais recentemente. O que não se aprofundou, a meu ver, foi a reflexão sobre os modos, as implicações e as consequências dessa “mobilidade religiosa”, que agora começam a aparecer.


O “Estado laico” não deve ser um álibi para deixar livre curso à exploração econômica, e em benefício privado, da credulidade e das necessidades religiosas e espirituais dos fiéis, valendo-se dos benefícios que o mesmo Estado reconhece às organizações religiosas. Alguma distorção grave está acontecendo no mundo religioso do Brasil, que terá consequências para a própria identidade cultural do Brasil no futuro próximo. Uma séria reflexão precisa ser feita.


Na Igreja Católica, as doações não são destinadas ao padre ou ao bispo, pessoalmente, mas à paróquia, à diocese, ou a outras instituições, organizações e obras sociais devidamente reconhecidas. Nossas paróquias e instituições religiosas não têm configuração empresarial, voltada para a produtividade e o ganho, mas têm fins religiosos, sociais e culturais, não pertencendo a ninguém em particular. As normas da nossa Igreja prescrevem rigor e transparência no controle e na aplicação dos recursos, bem como na prestação de contas.


Requerem ainda as normas da Igreja que haja Conselhos de Assuntos Econômicos em todas as paróquias e dioceses, com a participação de pessoas idôneas e competentes, para a boa administração dos recursos recolhidos. Todos esses recursos devem ser destinados ao cumprimento da missão da própria Igreja e, jamais, ao benefício pessoal de quem quer que esteja a serviço da Igreja, em qualquer nível, serviço e cargo.


Por delicado que seja, esse tema da exploração mercadológica da religiosidade e da religião carece de uma serena e profunda reflexão, para evitar o risco do descrédito da própria religião, de toda religião.

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288608

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

“HÁ UMA GUERRA CONTRA A FERTILIDADE DAS MULHERES”



No início desta semana, a agência de medicamentos francesa anunciou quatro mortes por trombose venosa relacionadas ao uso do anticoncepcional Diane 35.[1]  Este anticoncepcional é utilizado geralmente como pílula contraceptiva e infelizmente é oferecida em grande escala também para as  mulheres brasileiras.
Quando uma mulher recebe a proposta de fazer uso de um anticoncepcional, geralmente não é esclarecido para ela sobre os riscos que envolvem estes tipos de hormônios.
 Recentemente uma economista americana, a Dra Jennifer R. Morse, denunciou que há uma verdadeira guerra contra a fertilidade das mulheres. [2] Ma esta guerra tem uma característica bem intrigante, onde a própria mulher se torna inimiga de seu próprio corpo, atacando a fertilidade.
 A Dra. Jennifer disse também que a mulher  em busca pela igualdade, tenta encaixar-se em um modelo de vida e trabalho desenvolvido para o corpo masculino. Para concorrer no trabalho com os homens, a mulher concorda ser “castrada” quimicamente. Muitas destas profissionais sacrificam os anos de maior fertilidade dedicando-se a carreira. Acontece que quando desejam ter filhos, já não coseguem engravidar  e submetem seus corpos ao trauma da tecnologia de reprodução artificial.
Quando a fertilidade é renunciada ou até mesmo destruída, parte da própria identidade também é anulada. No entanto, o homem e a mulher que assume e protege a fertilidade, reflete a beleza e a glória de Deus.
                                                                                 
Cleonice M. Kamer
Consagrada da Comunidade Bom Pastor




[2] Não há uma guerra contra as mulheres, mas há uma guerra contra a fertilidade das mulheres. Artigo publicado no The Christian Post, por Napp Nazworth. 11-12-12.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Fé de jovens católicos surpreende jornais americanos


A imprensa americana teve de ceder. Diante da estrondosa demonstração de fé e civilidade dos milhares de jovens que participaram da recente "Marcha pela Vida" - considerada a maior de toda a história dos EUA - os jornais do país não tiverem outra alternativa, senão reconhecer a ascensão da Igreja Católica no meio da juventude. Um duro golpe para o establishmentesquerdista e anti-cristão que trabalhou durante anos para perverter o senso crítico das gerações mais jovens e que agora é obrigado a assistir a desastrosa derrocada de suas pretensões.
A confirmação vem por meio de um artigo do professor de Ciência Política da Universidade Michigan, Michael J. New, publicado na versão eletrônica da revista National Review. Comentando a cobertura da mídia dada à Marcha pela Vida, o professor descreve a preocupação do movimento abortista em relação à falta de jovens interessados pelo assunto. "Com poucas exceções, a grande mídia parece estar muito pessimista em relação ao movimento pró-escolha", afirmou New.
Apesar da alegria dos abortistas pela eleição de Obama, Michael New declara que isso não foi o suficiente para acabar com o negativismo quanto à causa do aborto. Citando matérias publicadas pelos jornais The New York Times e The Washington Post, o cientista político ressalta que mesmo a famosa feminista Nancy Keenan desabafou, recentemente, seu temor quanto ao futuro dos grupos pró-aborto.
Na mesma linha, a editora do site altcatholicah.com, Ashley McGuire, fez interessantes declarações sobre o crescimento da juventude católica, num artigo publicado no reconhecido jornal esquerdista, The Washington Post. Surpreendida com a quantidade de jovens presentes em algumas Missas que frequentara e em palestras de notáveis conservadores, McGuire explicou que a adesão desses novos jovens à fé católica não é simplesmente uma moda, mas sim um 'Grande Despertar Católico', "é o renascer da ortodoxia católica no meio dos jovens católicos".
McGuire, 26 anos, é uma jovem escritora que se convertou ao catolicismo há apenas cinco anos. Desde então, a moça tem trabalhado intensamente através de seu blog, altcatholicah.com- um site de cunho conservador dedicado especialmente às mulheres - para tornar mais conhecida e atrativa a doutrina da Igreja quanto à "paternidade responsável". McGuire conta que sua paixão pela Igreja Católica tornou-se maior quando ela finalmente percebeu que os ensinamentos católicos eram os únicos realmente sólidos e com bases milenares. "Alguns católicos, como eu, nos convertemos do protestantismo, ao perceber que a única instituição no mundo que se manteve firme através dos milênios nos assuntos mais importantes da época foi a Igreja Católica", declarou McGuire.
McGuire atribui esse despertar católico no meio da juventude ao sufocamento das gerações anteriores pelas teses liberais e promíscuas. "Nós nascemos num mundo em que milhões de bebês eram abortados a cada ano, onde incontáveis outras crianças que não nasceram estão congeladas em laboratórios para experiências, onde se fala que o gênero é uma opção e que o casamento é amorfo e solúvel. Herdamos o inferno na terra. E achamos que era demais.", frisou a jovem, que também faz parte da Catholic Association nos Estados Unidos.
McGuire ressalta em seu artigo que a nova geração de jovens católicos também é extremamente solícita e aberta às orientações do Papa Bento XVI. Além disso, os novos seminaristas e religiosas estão cada vez mais interessados nas práticas tradicionais da fé católica ao passo que as vocações dos institutos conservadores nunca cresceram tanto como agora, enquanto notáveis conventos progressistas estão definhando. "Nós queremos menos oba-oba e mais Panis Angelicus", resume a jovem. Sobre a juventude que participou da Marcha pela Vida, Macguire observa que a grande mensagem deles foi: "Tome nota. Nós somos o futuro. E nós estamos pegando fogo por Jesus Cristo e por sua Igreja".
Testemunhos como esse de Ashley McGuire, a Marcha pela Vida realizada nos Estados Unidos e tantos outros movimentos jovens da Igreja, sobretudo a Jornada Mundial da Juventude, nos dão um alento de esperança e coragem quanto às próximas gerações. E mostram que, mesmo com movimentos contrários, a Igreja Católica vive e tem futuro. Além disso, está disposta a corresponder ao chamado de Jesus Cristo, Aquele que veio para "lançar fogo no mundo" (Lc 12, 49). Dizia o escritor G.K. Chesterton que "somente a ortodoxia católica faz o homem feliz: é como os muros postos ao redor de um precipício onde pode brincar uma porção de crianças". Os jovens, finalmente, começaram a descobrir esses muros.
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/fe-de-jovens-catolicos-surpreende-jornais-americanos

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Satanás existe?


Quando eu era criança ninguém me falava sobre o demônio, mas sempre que estava no quarto escuro ou sozinho em algum lugar algo me deixava angustiado e com medo, bom na minha cabeça de criança imaginava em fantasmas e coisas assim mas nunca no mal que realmente nos cerca satanás e seus anjos.
Eu tinha um amigo de infância que me contou uma vez que durante a noite alguém aparecia em seu quarto e ficava mexendo com ele, e que a atitude dele como criança era se esconder debaixo do cobertor, eu não acreditava achava que ele queria me assustar, esse meu amigo tinha uma família excelente, pessoas trabalhadoras,  e com muito zelo pela casa, mas sem tempo para os filhos, e assim muitos problemas comportamentais acompanharam este meu amigo na infância e na adolescência, faz muito tempo que não o vejo, não sei como ele se encontra hoje, mas através dele foi que eu ouvi pela primeira vez o nome demônio, porque mesmo sem ele conhecer direito ele acreditava fielmente que era o tal em seu quarto.

Bom o tempo foi passando, fui crescendo e na minha adolescência algo começou a me acompanhar, era um sonho, e neste sonho o demônio começou a revelar a batalha que eu iria travar com ele, todas as vezes que eu sonhava ele dizia que eu o pertencia  mas naquela batalha eu sempre o afastava com a oração do Pai nosso era a unica que eu sabia rezar direito, bastava começar a rezar que ele se retirava, muitas vezes isto se repetiu! 
Eu me perguntava porque isto acontece comigo o que ele quer, será que é real isto! As vezes nas conversas com os meus amigos nós entravamos neste assunto de bem e mal, e nos perguntávamos se realmente o demônio gostaria de ser revelado ou se manter oculto para as pessoas, se ele gostaria que as pessoas o conhecessem ou que ele não existisse.

Hoje arrisco-me a dizer: ele é o pai da mentira, que tudo que existe nele é falso, e que se existe uma verdade nele é que ele quer nos destruir como diz na passagem de João 10, 9-11 "Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas." 


Aqui vemos claramente que o próprio Senhor Jesus nos revela o demônio e que o único a seguir é ele Jesus! 

Resolvi falar neste assunto, para esclarecer a existência do mal e que no caminhar vamos nos deparar várias 
vezes com ele, não desista e não tenha medo, pois a batalha existe e não temos como fugir dela, mas temos grande vantagem porque o Senhor nos ama e para libertar das garras do inimigo ele se doa por inteiro, basta crer e se entregar a Deus!


A paz de Cristo!

Cristian Giosele 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Merdock Holmes descobre “patrimônio secreto” do Vaticano


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Você deve ser um daqueles 9 entre 10 católicos que recebeu de algum amigo ateu um link da Folha ou do Globo OnLine com a matéria sobre o imenso “patrimônio secreto” do Vaticano em Londres, erguido com a grana do governo fascista. Ok, vamos lá…
Esta bola – pra lá de murcha, como veremos – foi erguida pelo jornal britânico The Guardian, que afirma ter feito uma mega investigação, que resultou na descoberta de um “império de propriedades” da Santa Sé em Londres. Estes bens “ocultos” teriam sido adquiridos com dinheiro dado por Mussolini. Em troca, a Igreja teria reconhecido o governo do ditador.
As posses da Santa Sé em Londres ficariam escondidas nas mãos de empresas disfarçadas, justamente manter sigilo sobre as origens fascistas da riqueza.
O Padre Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, já veio a público explicar a questão, em uma entrevista a outro jornal britânico, The Telegraph.
Tá… agora me conta uma novidade?
O Padre Federico Lombardi se disse surpreso com o fato de algo já sabido há 80 anos – atenção, 80 anos!!! – estar sendo publicado como novidade bombástica. Qualquer historiador de meia-tigela sabe que, durante o governo de Mussolini, a Igreja Católica foi indenizada pelos territórios pontifícios que foram invadidos e tomados pelo governo da Itália em 1860.
Com a compensação financeira, publicamente prevista no Tratado de Latrão, em 1929, a Igreja se comprometeu a desistir de reclamar a posse dos seus antigos prédios e territórios (entre eles, o palácio Quirinal, que hoje é residência do presidente da Itália).
Seria interessante que os geniais “investigadores” do The Guardian explicassem como a Igreja pode buscar manter sigilo sobre algo que é de conhecimento público há décadas.
Empresas disfarçadas? Ou sensacionalismo indisfarçável?
As propriedades britânicas do Vaticano são geridas por uma unidade especial chamada APSA – Administração do Patrimônio da Sé Apostólica. E, para grandes organizações multinacionais como a APSA, é comum o uso de uma rede de empresas para administrar seus bens. Não há nada de escuso nisso, como o jornal buscou sugerir.
Como podemos ver, essa é mais uma fanfarronice de profissionais de imprensa chulés, antiéticos e sem assunto. Querem posar de grandes “detetives”, mas não passam de fabricantes de papel higiênico para gatos. É só para isso que esse tipo de jornal serve!
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Matéria retirada do blog "O Catequista".
Fonte: http://ocatequista.com.br/?p=8747

A origem e o significado do Carnaval

Carnaval em Veneza

Vários autores explicam o nome Carnaval a partir do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”. Isso significa que, no Carnaval, o consumo de carne era considerado lícito, pela última vez, antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne.
O Papa São Gregório Magno (590-604) teria dado ao último domingo, antes da Quaresma (domingo da quinquagésima), o título de dominica ad carnes levandas; o que teria gerado “carneval” ou carnaval. Um grupo de etimologistas apela para as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos, costumava-se fazer um cortejo com uma nave dedicado ao deus Dionísio ou Baco, festa que chamavam em latim de “currus navalis” (nave carruagem), de onde teria vindo a forma Carnavale. 

As mais antigas notícias do que hoje chamamos “Carnaval” datam, como se crê, do século VI a.C., na Grécia: há pinturas gregas em vasos com figuras mascaradas desfilando em procissão ao som de músicas em honra do deus Dionísio, com fantasias e alegorias; são certamente anteriores à era cristã. Outras festas semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno.

Eram festas religiosas dentro da concepção pagã e da mitologia com a intenção de, com esses ritos, expiar as faltas cometidas no inverno ou no ano anterior e pedir aos deuses a fecundidade da terra e a prosperidade para a primavera e o novo ano. 

Tudo isso parece ter gerado abusos estimulados com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro, etc. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram para o fomento das festividades carnavalescas. Estas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”. 



                                       Assista ao vídeo com a explicação do Professor Felipe Aquino:


Como essas demonstrações de alegria tornaram-se subversivas à ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C., resolveu combater os bacanais e os seus adeptos acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Essas festividades populares podiam ser no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.

Quando o Cristianismo surgiu, já encontrou esses costumes pagãos. E como o Evangelho não é contra as demonstrações de alegria, desde que não se tornem pecaminosas, os missionários, em vez de se oporem formalmente ao Carnaval, procuraram cristianizá-lo, no sentido de depurá-lo das práticas supersticiosas e mitológicas. 

Aos poucos, as festas pagãs foram sendo substituídas por solenidade do Cristianismo (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro). 

Portanto, a Igreja não instituiu o Carnaval; teve, porém, de reconhecê-lo como fenômeno existente e procurou subordiná-lo aos princípios do Evangelho. A Igreja procurou também incentivar os retiros espirituais e a adoração das Quarenta Horas nos dias anteriores à Quarta-feira de Cinzas.

Fonte:http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?tit=A+origem+e+o+significado+do+Carnaval&cod=2782&sob=7647

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Ministério da Saúde publica manual de uso de medicamento abortivo

Cartilha do Min. da Saúde orienta como fazer aborto

O Brasil assistiu consternado neste final de semana a uma das mais tristes tragédias do país nos últimos anos. Enquanto os Estados Unidos eram palco da maior Marcha pela Vida de sua história, 231 jovens estudantes tinham suas vidas ceifadas em um trágico incêndio numa boate em Santa Maria/RS, na madrugada de sábado para domingo, 26/01. A presidente Dilma Rousseff, em seu breve discurso a respeito das vítimas, não conseguiu conter as lágrimas. "Eu queria dizer para a população brasileira e para a população de Santa Maria, neste momento de tristeza, o quanto nós estamos juntos, e necessariamente, iremos superar e mantendo a tristeza", declarou a presidente, citando também o apoio do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Na tarde desta segunda-feira, 28/01, a página do Movimento Brasil Sem Aborto publicou uma séria denúncia contra o Ministério da Saúde, a respeito de uma cartilha produzida pelo setor, com orientações sobre como usar o remédio abortivo Cytotec. Na nota, o movimento alerta que apesar do material ser destinado, aparentemente, a um público "especializado", a tiragem do manual - 268.108 exemplares - e a linguagem objetiva e de fácil compreensão leva-nos a crer que o alvo principal deste material seja o público em geral.
Diz a nota do Brasil sem Aborto:
- A 1ª edição tem uma tiragem de 268.108 exemplares, sendo que dados recentes publicados no site da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) indicam que há no Brasil 22.815 médicos em atividade nessa área. A publicação ultrapassa, portanto, em mais de dez vezes, o número de profissionais aos quais teoricamente se destinaria.
- Contrariamente ao que é habitual em protocolos para atuação médica, o uso de Misoprostol não é comparado a outros medicamentos ou técnicas que seriam possíveis na mesma situação. Por exemplo, indica-se a dose e modo de uso para "indução do parto com feto vivo", uma utilização não aceita pela FDA (Food and Drug Administration) americana, e para a qual existem alternativas. Os próprios fabricantes do Misoprostol alertaram para o risco de ruptura uterina quando ele é usado como indutor do parto.
- Ao contrário do que se diz na apresentação, a linguagem do folheto, especialmente em sua segunda parte, quando trata do uso, é sintética e direta, facilmente compreensível por público leigo. Praticamente se restringe às doses a serem utilizadas para o"esvaziamento uterino" no primeiro, segundo e terceiro trimestres da gestação.
Em junho de 2012, a mídia divulgou as intenções do Ministério da Saúde de preparar uma cartilha que ensinasse a mulher a abortar com segurança. Na época, o secretário de Atenção à Saúde, sr. Helvécio Magalhães, alegou que o projeto era parte de uma política de "redução de danos" e que, portanto, não podia ser considerado um crime, pois o crime seria o ato em si, e não o aconselhamento.
O site padrepauloricardo.org explicou por meio de dois episódios do programa Parresía (Legalização do aborto no BrasilGoverno Dilma prepara-se para implantar aborto no Brasil ) e de várias aulas ao vivo (A vida em risco), a falsidade por trás desse discurso e o risco que o Brasil correrá caso essa intenção do governo se concretize. Nesses programas, lembrávamos que a ação do governo seria, sem sombra de dúvida, criminosa, pois, segundo os artigos 29, 286 e 287 do Código Penal, comete crime não só quem pratica o ato, mas também quem o incita de alguma maneira.
Causa-nos perplexidade, por conseguinte, que as mesmas pessoas que choram na frente das câmeras tragédias familiares como as de Santa Maria/RS, ajam sorrateiramente, sem qualquer compromisso de transparência com a população, a favor de uma agenda abortista que é contrária à opinião da maioria dos cidadãos brasileiros. Trata-se de um golpe fatal à democracia e de um desrespeito vergonhoso aos compromissos assumidos publicamente durante as eleições. Ações como essas nos levam a questionar se é para o povo que o Governo trabalha ou para as Fundações Internacionais que desejam o controle da natalidade.
Quais as consequências dessa política de Redução de Danos?
Como estudamos naquele curso sobre o documento "A Nova estratégia Mundial do Aborto"a política de "redução de danos" nada mais é do que uma das fases para a implementação doaborto como um "direito reprodutivo". Planejada há cerca de 10 anos, a política de "redução de danos" foi um dos meios encontrados pelas fundações abortistas para introduzir o aborto naqueles países cuja a população ainda se mostra resistente à prática. Como dito no documento, a estratégia foi pensada "para produzir um resultado fulminante e simultâneo em todos os países". Foi através dessa política, implementada no Uruguai em 2004, que os abortistas conseguiram abrir caminho para a legalização do aborto naquele país, em outubro do ano passado.
Caso essa política seja adotada, e ao que parece tudo se encaminha para isso, o Brasil mergulhará numa situação muito pior que a da legalização do aborto. Isso porque em um país onde o aborto é legalizado, ou seja, onde os hospitais são os responsáveis pela operação, os médicos podem alegar objeção de consciência e desestimularem a prática. Foi o que aconteceu, por exemplo, no México. Já no caso dessa política da redução de danos, as próprias mulheres farão o aborto, através dos medicamentos que serão disponibilizados nas farmácias e das cartilhas de “aconselhamento” do Ministério da Saúde. A mortandade de centenas de milhares de crianças que se seguirá nesta política criminosa será inimaginável. Desse modo, se já é absurda e impensável a legalização do aborto, tanto mais é a prática da “redução de danos”, pois nesta situação serão as próprias mães as promotoras da morte de seus filhos.
Ao contrário do que se é hipocritamente alardeado, esse tipo de ação não visa a integridade da saúde feminina. Não. Trata-se puramente de um lobby cuja finalidade é alargar as possibilidades e os números de aborto para que, posteriormente, eles tenham uma situação calamitosa que justifique o seu argumento de que "o aborto é um caso de saúde pública, não de polícia". É dessa maneira que o Governo Federal doa 1,5 milhão de dólares a fundações feministas que defendem ao aborto, enquanto mães grávidas têm de dar à luz em corredores de hospitais em várias cidades do país, como noticiado pela imprensa em julho de 2012.
O que fazer?
Há 40 anos, uma mentira defendida diante de um tribunal nos Estados Unidos foi responsável pela morte de 55 milhões de crianças. Crianças que tiveram suas vidas interrompidas por conta de uma prática selvagem e egoísta, motivada por interesses financeiros e políticos. Neste último final de semana, a população americana, num exemplo de cidadania e coragem nunca antes vistos, marchou rumo à Casa Branca para dizer um grande basta ao morticínio silencioso desses milhões de bebês.
A exemplo de nossos irmãos americanos, hoje, mais do que nunca, somos chamados a travar esta batalha entre a vida e a cultura da morte. Portanto, no nosso tempo, não há mais espaço para tibieza, para letargia, para pusilanimidade. Definitivamente, não! Precisamos recobrar a audácia dos primeiros cristãos, a fortaleza dos mártires. Somos chamados a agir. E quais são as nossas armas? A oração, o estudo e a ação.
Rezemos por todos aqueles que são responsáveis pelo governo do Brasil, por nossas lideranças e, principalmente, pelas mães que se encontram no dramático dilema de escolher entre a vida e a morte de seus filhos. Rezemos para que elas escolham a vida.
Estudemos o histórico dessa cultura da morte, suas raízes e pretensões para que possamos nos munir dos melhores argumentos e das melhores estratégias de combate. Só podemos diagnosticar uma doença se, necessariamente, a conhecermos e descobrirmos seus pontos fracos. Só assim poderemos usar os remédios eficazes contra essa epidemia anti-vida. Recomendamos, desse modo, o estudo das aulas sobre o documento "A Nova estratégia Mundial do Aborto" disponíveis gratuitamente no site.
Por fim, lutemos contra os algozes da vida. Façamos valer nossa cidadania. Entremos em contato com o Ministério da Saúde e com os demais responsáveis e peçamos a suspensão imediata da distribuição dessas cartilhas. Eis alguns contatos:
- Ministério da Saúde: Alexandre Padilha, Ministro da Saúde
  • Telefones:  (61) 3315-2392 /  (61) 3315-2393 /  (61) 3315-2788 /  (61) 3315-9260
  • Fax: (61) 3224-8747 / (61) 3315-2680 / (61) 3315-2816
  • E-mail: ministro@saude.gov.br
- Secretário de Atenção à Saúde: Helvécio Miranda Magalhães
  • Telefones:  (61) 3315-2626 /  (61) 3315-2133
  • Fax: (61) 3225-0054
  • E-mail: helvecio.junior@saude.gov.br
- Casa Civil da Presidência: Gleisi Helena Hoffmann, Ministra-chefe da Casa Civil
  • Telefones:  (61) 3411-1573 /  (61) 3411-1935 /  (61) 3411-5866 /  (61) 3411-1034
  • Fax: (61) 3321-1461 / (61) 3322-3850
  • E-mail: casacivil@presidencia.gov.br
Como disse o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, durante seu discurso na Marcha pela Vida, "sejamos a geração que colocará fim à lei do aborto". Que Deus nos proteja!
Fonte:http://padrepauloricardo.org/blog/ministerio-da-saude-publica-manual-de-uso-de-medicamento-abortivo